17 novembro, 2004

Viva Manuel Bandeira!

Eu podia viajar no tempo, e no futuro éramos sapos. Grandes e redondos como sapos-boi. E o mundo era todo céu e construções quadradas de metal dourado em que não se viam nem portas ou janelas, só canais que saíam e passavam pelas construções.
Quando consegui entrar em uma das construções descobri que não era permitido entrar lá, e voltei um pouquinho mais no tempo.
Eu estava com vários sapos conhecidos em um riozinho, que tinha o espaço onde ficávamos delimitado por uma rede (que nem rede de polo aquático na piscina).
De repente algo de errado aconteceu e começaram a se formar ondas gigantescas. Eu agarrei um sapo que seria o meu pai pelo pescoço e saí nadando com ele de um lado para o outro para evitar que nós morrêssemos afogados.

__"Meu pai foi rei" __"Foi!"
__"Não foi!" __"Foi!" __"Não foi!"

10 novembro, 2004

O pomar do quintal

O quintal da casa da vó era muito grande. E embaixo da parreira que ficava do lado direito tinha uma espécie de pé de alguma fruta da família da laranja plantado, que dava umas laranjonas do tamanho de abóboras.
Muita gente ia pra debaixo da parreira tentar pegar uma das laranjas, mas acabavam cercados por um monte de fantasmas e sumiam para outra dimensão.
Mas aí em algum momento eu dei sorte, uma laranjona rolou para fora, consegui pegá-la e levar para a área de serviço da casa (fora do alcance dos fantasmas). Fiz um buraco na casca e experimentei a laranja.
E não é que era ruim? Sei lá... um tanto amarga.

31 outubro, 2004

O Homem Voador

Estávamos em uma espécie de encontro quando vi chegar várias pessoas conhecidas que eu não via a muito tempo. A reunião era em um gramado, com uma arquibancada de frente para um penhasco. Depois do penhasco havia uma casa enorme, de pedra e atrás dela um rio.
De repente vi uma pessoa do lado da casa, correndo com uma capa bordô e segurando uma corda que tinha na ponta um homem que flutuava como se fosse um balão. A corda escapou da mão da pessoa, que sumiu atrás da casa e eu e o Meco conseguimos agarrar a corda e íamos movê-la quando alguém disse que o homem deveria ficar sempre em cima do rio.
Entreguei a corda a alguém desconhecido e voltamos para o lugar onde estávamos hospedados. No caminho eu podia ver o homem flutuando no ar e o reflexo dele na água.

30 setembro, 2004

Dias úmidos...

Noite retrasada eu estava procurando por alguém. Peguei um trem para encontrar com a pessoa e conheci duas meninas. Fomos conversando a viagem toda até chegarmos em um castelo, que elas não me deixaram entrar. Segui pelo caminho ao lado, caí na água e virei um peixe. Todos os peixes era como os personagens de Procurando Nemo, eles me conheciam e eu conversava com eles. Até que apareceu um tubarão, que não era da Comedores de Peixes Anônimos...

Já ontem, era de manhã e eu estava em uma espécie de shopping comprando raspadinha (sim. aquele monte de gelo com calda e leite condensado: muuuito leite consensado no meu caso). Começou a chover, e a marginal alagou, então subi num colchãozinho inflável e comecei a remar, pensando em ir na casa do Meco. Acontece que a correnteza me puxava para o lado errado, e eu acabei indo pra muito longe e ficando com medo de não conseguir volrat. E então encontrei o Caio, que também estava remando de cima de um colchãozinho inflável colorido e me explicou como eu deveria bater os braços para ir na direção certa.
Parei numa confeitaria, com minha tia e minha prima, para comprar um pedaço de bolo. Compramos e voltamos para o shopping (aquele da raspadinha) de onde eu liguei para o Meco que me deu a maior bronca por eu tentar ir até a casa dele a "remo".

19 setembro, 2004

"No meio da noite, Anton acordou. Esfregou os olhos e piscou. Onde estava? Há alguns instantes estava no meio de todos os vampiros, sentado a uma mesa comprida, e Sabina von Schlotterstein, a Terrível, fazia um discurso... Mas agora ele estava na cama!
Ao seu lado ouviu o tique-taque do despertador e sob a luz fraca que entrava pela janela distinguiu os contornos de sua escrivaninha e do abajur. Anton respirou aliviado. Por um momento ele achou que estava mesmo no cemitério, onde havia uma grande festa!
Tentou lembrar-se do sonho..."

Angela Sommer-Bodenburg, O Pequeno Vampiro.

17 setembro, 2004

Viajando

No meio de uma viagem para a Colômbia, estávamos todos jogando baralho na traseira do caminhão. Como ninguém estava dirigindo, eu tinha que ir à frente de tempos em tempos para ver se continuávamos na estrada. Não havia nenhuma passagem entre as duas partes do caminhão, e eu tinha que me espremer por uma janelinha estreita colocada para circulação do ar.
Mas de repente o caminhão começou a subir uma serra e quase caiu. Às pressas eu parei o carro e desci.
Na nossa porta bateu um colombiano, dizendo que não continuássemos a viagem imediatamente, que antes subíssemos no carro dele para irmos a algum lugar (que ele não identificou).
Enquanto convencia as pessoas a não colocarem as mochilas em seu carro, ia discutindo com ele sobre o porquê deveríamos entrar em seu carro e seguir com ele.

15 setembro, 2004

Momento regressão

Dia desses voltei à escola... Ao primário provavelmente. E encontrei lá várias pessoas da minha idade (a de hoje), até gente da faculdade.
E a escola era bem diferente! Era um internato. Minha primeira aula foi sobre como plantar violetas (lembro até do cara que me vendeu os vasos ter ligado avisando que se eu colocasse mel na terra, elas ficariam mais bonitas). As minhas violetas eram roxas e eu dei pra professora. A segunda aula foi de matemática com toques de filosofia e reflexão.
Saindo das aulas fui para o meu quarto. Era uma espécie de belixe-duplex. Um quarto de dois andares, mas no de cima só tinha (e só cabia) uma cama. Fiquei na primeira cama de baixo. Dormindo nessa cama eu teria que cuidar de um neném, que ficaria num cesto na cabeceira. E todas as coisas do neném eram amarelo-ouro, como o meu quarto de bebê...
Além da cama, com o bebê e um armário na cabeceira, eu tinha um palm que trazia todas as informações sobre a escola, a grade horária e os exercícios. No meu primeiro dia eu deveria escolher um livro de uma lista indicada para começar minha biblioteca pessoal que ficaria na cabeceira da cama (em cima do bebê, embaixo do armário).

E ainda ontem, quem diria! Tive prova com a Dulce! A professora de matemática do meu colegial que dizia que ninguém da minha turma tinha capacidade de entrar em uma universidade pública, e quando eu passei na USP saiu anunciando para toda a escola que foi porque ela me ?treinou?. Pobrezinha... nem sabe que eu mal lembro da prova de matemática: só primeira fase, questões múltipla escolha e todas foram chutadas.
Mas voltando à prova: eram cinco folhas com testes de lógica, onde eu não enxergava lógica nenhuma... Um monte de desenho sem sentido com enunciados que não batiam. Eu tinha terminado de responder a primeira folha quando ela chegou avisando que o tempo tinha acabado. Mas que a prova não valia nada de qualquer forma.

10 setembro, 2004

"Tá todo mundo louco!"

Meus pais (que por sinal eram a Marieta Severo e o Marco Nanini: sim, da Grande Família) surtaram! Conheceram a banda The Forest (pessoalmente) e gostaram tanto dos caras que decidiram marcar meu casamento (sem me consultar) só para que eles tocassem no casório. Meu irmão (o Dvd mesmo) até preparou um convite para o casamento: parecia um encarte de CD em miniatura, cor-de-rosa, com um monte de coisa escrita que eu não identifiquei.
A bagunça toda já armada, resolvemos comprar uma casa atrás da casa da minha mãe. Era uma casa enorne: de dois andares, com corredores intermináveis e cheios de portas, piso de ardósia e paredes brancas. O proprietário antigo se chamava Frank.
Após dormir a primeira noite lá, resolvi andar pela casa para conhece-la melhor. Era tudo muito estranho, o banheiro por exemplo tinha o formato de um triângulo, o box era um quadrado gigantesco no meio, a pia ficava na base do triângulo e a ponta dele ficava vazia para o outro lado do box.
Lembro que do andar de cima dava para ver as janelas de baixo e que havia alguém numa cadeira de rodas lá, parecia ser eu, e me perguntava se estava me vendo na cadeira ou se era o reflexo.
Abri a segunda porta do corredor e que susto! O quarto estava ocupado. Era bem estreito, tinha um beliche de cada lado, um corredorzinho minúsculo entre os beliches e um monte de roupa e cobertores espalhados pelo quarto todo. Embaixo de um beliche havia um homem, e em cima do outro uma mulher que levantaram para me receber.
Percebi que os dois tinham problemas mentais e cheguei à conclusão de que a casa fora um sanatório e quando os doentes foram tirados para a venda da casa, esqueceram esses dois.
Saí, tranquei a porta (todas as portas tinham uma chave pequena para o lado de fora), procurei o Meco para ligarmos na imobiliária, quando encontramos com duas pessoas que seriam funcionárias do sanatório. Os dois estavam procurando pelo Frank e nós tentamos explicar que a casa já tinha sido vendida e agora estávamos só nós dois (mais os loucos que sobraram).
Então eu olhei para fora e vi o próprio Frank (um cara magro, de cabelos negros e rosto comprido) morto, pendurado na horizontal no alto de uma parede, com a cabeça atravessada do queixo ao topo por um cano.
Nessa hora saímos da casa e de repente descobrimos que todos os loucos ainda estavam lá, e eles começaram a sair correndo, desesperados pelo jardim da casa. Todos tinham o rosto cinza, do pescoço para cima, e iam em direção ao portão.
Uma mulher bem alta entre eles esticava o braço e derrubava qualquer um que estivesse no seu caminho. Ela foi a primeira a alcançar o portão, destrancou-o e fugiu com todos os outros atrás.
A última coisa de que me lembro foi ver passar, subindo a rua, um fusquinha conversível amarelo com os Muppets e um dos loucos dentro lambendo uma corneta.

08 setembro, 2004

Pé na Estrada

Voltando do Caminho da Fé, na van com os outros peregrinos, paramos em um posto na estrada.
Cansada, fiquei no carro dormindo e acordei com todos voltando ao carro pois não encontraram o que queriam no posto (acho que era cerveja). Continuei dormindo enquanto o pessoal foi ao posto seguinte e acordei com o Xerxes miando embaixo do banco.
Então eu pensei em como fui cruel, deixando de dar atenção aos meus gatinhos que ficaram dentro da van durante toda a caminhada.
Procurei pela Phoebe e apareceu uma outra gatinha, parecida com a que eu vi na entrada de Andradas, mas metade de seu corpo mostrava que não era uma gata, era um bichinho indefinido e sem pernas, muito parecido com os personagens da Lenore... Uma mistura de vários deles.

24 agosto, 2004

Nota sobre o post anterior
Já que eu não consigo lembrar o sonho de hoje

Lembrei que, apesar de estar no Japão, nenhuma pessoa no shopping (que estava lotado de gente) tinha os olhos puxados. E uma das funcionárias da loja era igualzinha à Letícia Spiller (é assim que escreve?) e usava uniforme de aeromoça.

23 agosto, 2004

Ao som de Telegrama - Zeca Baleiro

No Japão, recém chegada e passeando no shopping, vi que havia uma loja selecionando funcionários para trabalhar lá: resolvi me candidatar.
Acontece que eu passei muito tempo preenchendo o formulário (afinal de contas não é nada fácil responder um formulário em japonês), e todo mundo foi embora incluindo a Dai e a July, e eu perdi o trem de volta para São Paulo.
Então eu vi que o Meco estava lá ainda, apagando as luzes da loja. Já que eu só poderia pegar o trem no dia seguinte, ficamos conversando sobre as possibilidades de eu ser aceita na loja e sobre comida. Comida japonesa, claro.

17 agosto, 2004

Era guerra

E guerra é aquela loucura: pessoas correndo para todos os lados, bombas sendo jogadas, os quatro exércitos se acabando: verdes e azuis de um lado, amarelos e vermelhos de outro.
E as bombas eram redondas, como ovos de dinossauros, nas cores dos seus times. E todos os quatro andares do shopping (incluindo as escadas rolantes) estavam cheios de bombas.
E coisa curiosa, as bombas podiam mudar de exército, se entrasse em contato com bombas e soldados de outra cor.
Não bastasse as bombas para desviar, os soldados para matar e toda a correria, ainda tínhamos que evitar os dinossauros de verdade, provavelmente saídos do ovo. Eram enormes e passeavam por aí, nas cores dos ovos de cada grupo.

13 agosto, 2004

Preciso castrar meus gatos

O Xerxes, meu persa amarelinho, não pode me ver abrindo a porta de casa. Ele ouve a chave e já está lá pronto pra fugir. E quase sempre escapa: sai correndo feito um foguete e para na porta do vizinho, que tem um gatinho que também corre para a minha porta. é bastante bonitinho, na verdade: um tapete farejando outro.
E qual não foi o meu susto na outra noite, quando abri a porta e dei de cara com um monte de filhote mestiço amarelinho! Todos lindos, tigrados e peludos miando e brincando na frente do elevador.

10 agosto, 2004

"As coisas não precisam ter acontecido para serem verdadeiras. Contos e sonhos são as sombras de verdades que irão resistir quando os meros fatos forem poeira e cinzas, e esquecidos"
Neil Gaiman. Sandman: terra dos sonhos, sonho de uma noite de verão.

07 agosto, 2004

Era de manhã e passeávamos por um tipo de morro, sem muitas árvores, só alguns matinhos de um lado ou outro e a terra bem dura e seca. No caminho eu encontrei uma tartaruguinha presa numa caixa. Ela parecia uma tartaruga marinha com as nadadeiras amarelas.
Logo em seguida chegou um guarda florestal, eu expliquei que a encontramos ali e fomos tomar sorvete. A sorveteria tinha um monte de sabores diferentes de nomes esquisitos e eu não consegui e decidir qual tomar.

05 agosto, 2004

Essa noite passeei com a minha mãe. Pegamos o metrô, saímos em um shopping subterrâneo e fomos comprar bolsas e tênis.

03 agosto, 2004

Viagens

Estávamos na casa do meu tio-avô, mas não a que eu conheço: era outra bem mais simples, bem mais bonita, bem mais distante. A casa tinha muita coisa em madeira, o chão de terra batida e pelo meio dela (sim: por dentro) atravessava um riacho estreito por onde as crianças podiam brincar ao lado da mesa de jantar.
A família foi em número grande, eram dois carros cheios na despedida (cheios tipo fusca de palhaço). Mas eu não voltei, parti para outro lugar: eu e mais duas num barco. Não havia mais casa, nem riacho, nem carro. De um lado era o mar e do outro a praia.
Uma praia estreita, com casas sem calçada de frente para a areia e muita gente. Nós, dentro daquele barco enorme, muito antigo, inteiro de madeira e com manchas por todos os lados como se tivesse ficado abandonado por décadas.
Descemos pela praia, procurávamos por algum salão, mas ele não estava lá: em seu lugar havia uma casa de fliperama bem feia e com máquinas azuis velhas.
Então abandonamos o barco: pegamos nossas bolsas, casacos e chapéis e partimos pela estrada de terra à frente deixando o barco, o fliperama, o mar e todo o resto para trás.
Sabíamos que a caminhada seria muito longa, mas o destino acho que nem passou por nossas cabeças, se é que um dia chegaríamos chegaríamos em algum lugar.

26 julho, 2004

Esta noite sonhei com flores. Eu estava comprando rosas e gerberas, queria-as vermelhas ou brancas.
Enquanto comprava, conversava com a vendedora sobre as possibilidades de mudar suas cores para azul e roxo. E ela mudava as cores enquanto eu conversava.

23 julho, 2004

Mais um

Outro sonho com a casa onde eu cresci. Morei lá logo depois que os meus pais se separaram. Até a adolescência, quando eu fui pra casa da minha vó.
Enfim. Sonhei que a casa estava sem nenhum móvel, e que a minha outra avó (vó Jacy, a carioca) tinha ido morar lá. Eu e o Meco fomos visitá-la e minha mãe e minha vó (a vó Adelina) estavam dormindo lá também. Passei um bom tempo conversando com a vó Jacy (na verdade ela estava bem diferente da vó que eu me lembro: morreu quando eu tinha 12 anos e já quase não falava, e acho que não entendia nada também. Mas estava sempre sorrindo). Passei boa parte do tempo pensando que eu devia visitá-la mais vezes, pois estava tão perto de casa agora.
Mas aí eu vi que estava atrasada para o trabalho e comecei a me arrumar correndo. Enquanto eu me arrumava, o tio João e a tia Elza (tios-avós) apareceram, eu falei rápido com eles e fui procurar o Meco que tinha dado uma saída e não voltou. Procurando ele, morrendo de pressa pois eu já devia estar no trabalho, encontrei com o vô dele que ia me falar alguma coisa.

Aí acordei.

20 julho, 2004

Lembrei!

Sonhei que meu tio Clayton me vendeu dois aparelhos (não lembro bem o que eram, mas acho que um era um celular), e eu estava feliz com as novas aquisições apesar de ter limpado completamente a minha conta no banco. Aí, quando eu estava comçando a mexer com eles, meus tios (tio Clayton e tia Natália) voltaram e pediram de volta.
O sonho todo aconteceu na casa da minha vó. Na sala e na copa mais exatamente.
Ultimamente tenho tido tantos sonhos. E lembrado deles! O que é raro e bom, afinal de contas ando tão sem assunto.
De repente, se continuar assim, acabo usando esse blog só pra contar meus sonhos e pronto.
Parece até mais fácil.

Essa noite foram dois:

- Estava a caminho do trabalho num sábado, quando resolvi não ir trabalhar e parar numa espécie de centro cultural. Estava rolando uma peça de teatro muito boa, um tanto diferente e eu fiquei para assistir. No elenco estava o Kesede, um amigo de Campinas que eu não vejo a muito tempo. Esperei até o final da peça pra conversar com ele. Quando me aproximei, acordei.

- Acabei de esquecer o outro. Depois eu volto aqui e conto.

Curioso: tenho sonhado tanto com Campinas, e com pessoas e lugares do passado. Isso nunca me aconteceu antes com essa frequência.

19 julho, 2004

Vários sonhos essa noite também. Não lembro bem deles, mas quase todos aconteceram na casa que morei quando criança.
O último foi no caminho entre aquela casa e a da minha vó. Quando passei pelo terreno que é do corpo de bombeiros e encontrei um monte de gente treinando. Uma mulher disse que eu não poderia treinar por causa do meu tamanho.
Então passei reto e fui em direção a um mercado que tem lá perto. No caminho, um marreco que estava parado começou a me seguir e a bicar minha mão.
Enquanto eu tentava me livrar, percebi que não era mais um marreco e sim dois porcos.
Aí um cara do pet-shop no mercado me chamou dizendo que tinha algo importante pra me contar (e eu tinha certeza que era sobre as mordidas).
E eu acordei

16 julho, 2004

Ano passado o vereador Cesar Disney renunciou ao seu cargo após ser denunciado por abuso sexual de menores... Será que esse dado entra pra lista de mensagens subliminares da Disney?

14 julho, 2004

Noite cheia de sonhos bons... Mas vou contar só um.

Sonhei que estava em Campinas, na casa da vó. A família quase toda estava lá, então aproveitei pra falar um monte de verdades.
Dessas que agente não conta só porque é família, então vc tem que relevar e tal.

Enfim. Na vida real continuo ficando quieta, com excessão de algumas alfinetadas nos almoços de domingo.

12 julho, 2004

Sonho

Vários nessa noite, todos em sequência. Vou contar na ordem:

Sonhei que estava indo para a casa da minha vó, pela rua do bêco, quando vem um ciclone na direção da casa dela. O ciclone me pega e eu só tenho tempo de sentir o meu braço doendo pois estava segurando a bolsa (que voou longe junto com o livro "O Hobbit" que estava na minha mão também).
Em seguida estou na casa da minha vó comentando que ela devia se mudar pois eu havia visto ciclones indo na direção da casa dela e estava preocupada.
(acordei com a impressão de que não é a primeira vez que sonho isso, e durante o sonho era como se eu soubesse o que ia acontecer)

Eu estava num restaurante desses de shopping, escolhendo alguma coisa pra comer (sem conseguir me decidir...) quando chega um cara com quem estudei no colegial contando que várias pessoas que eu conheço estão indo para Recife (para onde eu não vou esse ano...).

O Meco me liga chamando para viajarmos. O lugar é surpresa, e por tempo indeterminado. Não precisa dizer que eu topei, né?! :oD

Um grupo de anjos apareceu na casa da miha vó dizendo que iam me levar por alguns dias. Depois estou com eles em um apartamento onde eles dizem que vão me levar para caçar vampiros. Após uma pequena discussão teológica com eles sobre a criação e Deus e tal (na qual eles não me convenceram), fui por livre e espontânea pressão.
Os vampiros eram uns monstros de borracha. Que nem essas máscaras de loja de fantasia...

Acordei.

06 julho, 2004

Curioso

Assisti o Bebê de Rosemary, sonhei que estava grávida, acordei de chico.
Que medo...

30 junho, 2004

Em homenagem à banda "The Pictures", que eu assisti ontem no lançamento do CD novo do The Cure, aí vai mais um post.

Dicas essenciais para quem quer ter uma banda cover

- Primeiro passo para se ter uma banda cover é conhecer as músicas da banda em questão.

- Você conhece as músicas? Ótimo. Aprenda as letras. Decore-as. Saiba pronunciá-las.

- Não sabe a letra de uma música? Não toque, não cante. Não tente enrolar a língua e fingir que está cantando em inglês. Não importa o quanto a música é famosa, nem se até quem não conhece a banda sabe de cor. Se você não sabe, melhor não fazer que fazer feio.

- Banda cover faz covers para homenagear uma determinada banda. Não pense que você vai virar celebridade copiando. Não pense que se ficar no palco imóvel, com cara de tédio como os integrantes da banda original vai fazer o público se empolgar. Para quem é famoso e tem constante cara de tédio dizem que tem estilo, para quem não é famoso e faz o mesmo dizem que não tem presença de palco.

Enfim. Fui toda empolgada assistir ao tal do show ontem... E foi a maior perda de tempo!

28 junho, 2004

UHUUU!!!

Dois leitores!!
Agora eu só preciso de assunto pra escrever!
*rs

Pois é. Deu branco.

23 junho, 2004

:o)))

O melhor leitor que eu poderia querer não desistiu desse blog, então eu não desisto também!

E mais um pepino identificado. Sumiram dois comments! que coisa.

21 junho, 2004

Curioso...

Esse blog tá cheio de pepino, é atualizado uma vez a cada milênio, praticamente não recebe comment, o guestbook tem só 16 visitas a mais de um ano e ainda tem uma média de 7 visitantes ao dia.
Serão todos filhos do Google? Alguém nesse mundo, além de mim, ainda não desistiu desse blog?

18 junho, 2004

Link estranho para um dia vazio

You are a Librarian!
A cada acesso ele carrega uma frase diferente. Olha a que eu ganhei:

"You're an ecclectic noisy potter chased by wombats. You are stalked by foppish biker gangs 56th on the Harry Potter wait list. Be proud of what you are...You are a Librarian!"

17 junho, 2004

Eu estou deixando passar muitos sonhos...
Acho que devia dormir com o gravador perto da cama, ou com um caderninho. Aí eu lembraria de anotar todos.
Mas o problema não é lembrar, na verdade. É falta de paciência de escrevê-los.
Mas enfim, hoje me senti culpada pelo abandono desse blog e resolvi colocar um sonho atrasado aqui.

Estava eu indo ao cinema com o Meco, parecia um cinemark: decoração vermelha, vários guichês e tudo o mais. E dentro da sala (não lembro qual o filme) estava a Dai segurando um notebook junto com mais uma pessoa (não lembro quem).
Na verdade todos nós estávamos trabalhando com algum serviço secreto, e a Dai estava recebendo ordens do nosso chefe pelo computador.
Enquanto isso, passava de um lado para o outro uma mulher de vermelho que eu sabia que era espiã inimiga. Ficamos de olho nela, até que entrou um cachorrinho no cinema (muito parecido com o Banzé, da Dama e o Vagabundo), e nós ficamos brincando com ele enquanto as mensagens secretas chegavam.
Foi aí que descobrimos que o cachorrinho era na verdade outro espião do mal.
Aí acordei tentando digitar uma mensagem para que o nosso chefe parasse de mandar informações confidenciais.

Mas o que eu queria saber mesmo é o que o meu gato estava sonhando ontem à noite, quando eu acordei com as risadas dele, quase gargalhadas. Eu perguntei o que foi, ele disse "O meu amor!!!!" me deu um abraço gostoso, bem apertado, e voltou a dormir.

Tão lindo... :o)

14 junho, 2004

"(...) parado no meio da estrada, às voltas com o pensamento, se de facto seria amigo de si mesmo ou se, de mais havendo razões para tal, se detestava ou desprezava, e, tendo pensado um pouco, concluiu que nem uma coisa nem outra, olhava para si mesmo com um sentimento de indiferença, como se olha o vazio, no vazio não há perto nem longe onde parar os olhos, em verdade, não é possível fixar uma ausência."
SARAMAGO, José. O evangelho segundo Jesus Cristo.

24 maio, 2004

Nessa uma semana de desocupada eu tive tempo até pra ver TV, e fiquei assustada!

Que tipo de educação as crianças de hoje em dia estrão recebendo??

Na minha época de escola eu acordava de manhã e ia assistir TV (sim, fui criada pela babá eletrônica, e não me sinto mal, sem cérebro ou burra por isso - mas também não acho algo tão saudável assim). Eu lembro perfeitamente de como era: assistia ao Bozo, o pica-pau, o perna-longa, o mundo de Beeckman, o rá-tim-bum, caverna do dragão e por aí vai. Nessa época eu acordava cedo até, afinal de contas, tarde da noite minha mãe não deixava ver a TV pois só tinha programas "para adultos".
Aí nesses dias eu ligo a caixinha mágica na hora que acordo e fico besta com o que vejo: Num desenho aí, a frase mais falada pelos personagens era "Relaxa, engraxa e encaixa!" (acho que era Hércules). Num outro desenho, a Liga da justiça mais exatamente, a criançada tem a oportunidade de ver o Flash cantando gatinhas semi-nuas na beira da piscina enquanto a Mulher Maravilha (também semi-nua) passa por ele brigando com o vilão da estória.
Em compensação chega meia noite, eu ligo a TV e vou procurar algo útil pra assistir e num canal dou de cara com um programa sobre as leis da física e a eletricidade, no outro tá passando dicas para se falar bem, num terceiro ainda passa um programa sobre literatura.

Curioso, né?! Na minha época as crianças assistiam programas educativos (ou que tentavam ser) antes de ir pra escola enquanto os adultos iam tarde da noite ver a novela das oito cheia de cenas de sexo (alguns ainda ficavam até mais tarde pra ver o cine-privê). Hoje adulto insone assiste aulas de física enquando o apelo sexual fica pra criançada?

17 maio, 2004

Pois é. É só eu resolver ressuscitar esse blog que eu resolvo trocar de emprego de novo. Aí não sobra nem tempo, nem idéia pra escrever.
Mas eu to feliz com as novidades e isso é mais importante, né?!

Pelo menos o Papo Cheio tá caminhando bem. E falando em ressuscitar blogs, pra quem gosta e lê junkmails, o blog da July: Le Monde voltou à ativa!

06 maio, 2004

Deveria existir uma lei proibindo que fossem feitas essas calçadas que têm vãos no cimento, ou entre pedras.
De verdade! Parece fútil, mas quem é baixinha que nem eu me entende perfeitamente.
Às vezes, saltos são necessários! E pra quem tem 1,5m, eles têm que ter pelo menos 10cm. Aí você sai na rua, para algum compromisso importante, toda arrumada e pronto, se enrosca em um vãozinho na rua e perde o sapato.
Acho que eu não tenho um só que não esteja com o salto detonado, comido... Todos por causa de uma calçada de pedrinhas e grama, ou dessas calçadas que tem faixas estreitas entre uma placa e outra de cimento... Até mesmo as de gramado não são tão terríveis, quando o vão é muito estreito, você não pode ficar medindo exatamente onde vai pisar pro salto não enroscar no vão.
E as ruas de paralelepípedo então? Chega a ser perigoso. Quantas vezes eu já não fui atravessar a rua e meu salto enroscou quando um carro virava a esquina?

Aiai... Já destroí a bota nova que só foi usada no máximo 3 vezes.

28 abril, 2004

Sonho de outro dia aí... (foi sábado, né?!)

Estava eu de mudança para uma belíssima mansão onde aluguei um quarto. Era uma casa térrea, gigantesca, com decoração impecável e uma espécie de quintal, meio jardim de inverno, meio área de lazer (cada hora ele parecia algo diferente) com uma piscina enorme e várias cadeiras de praia e samambaias por todos os lados.
Na casa tinham vários gatinhos e eu fiquei super feliz de achar companhia para o Frodo, a Phoebe e o Xerxes (apesar da preocupação de o Xerxes poder fugir). Ah! a casa também tinha dois gatinhos da mesma cor do Xerxes, mas não eram persas, e era assim que eu diferenciava o meu tapetinho dos outros, sem contar que ele já era adulto, e tinha virado um gato enorme!
Atrás da casa tinha uma espécie de uma mina, ou construção subterrânea em andamento... Com vários andaimes, escadas e tábuas para todos os lados. E atrás da Mina viviam vários dragões que eram liderados por um dragão belíssimo, de escamas meio azuladas que queria dominar o mundo (ou era uma espécie de Anticristo ou coisa assim). Alguns desses dragões eram de uma espécie de híbridos, mutantes ou sei lá que podiam aparecer como humanos.
Em algum momento do sonho eu descobri esse dragão-anticristo e ele mandou perseguirem a mim e às pessoas que estavam comigo. As pessoas conseguiram fugir, mas eu não, e ajudada por uma dragão-fêmea (que aparecia na forma de uma loira quase nórdica de tão branquela) eu consegui entrar na casa, onde agradei um pouco os meus gatinhos (e os amiguinhos quase-identicos ao Xerxes), dei um recado qualquer para as donas da casa e fui me esconder na mina.
Ali descobri que a Mina era uma espécie de refúgio para quem estava se escondendo dos dragões e existia um monte de gente lá. Mas quando eu ia andar mais por ela, um grupo de crianças japonesas invadiu o lugar, jogando bombas e usando uma espécie de controle remoto que paralisava as pessoas.
Eu consegui pegar um daqueles controle remotos, mas ele não paralisava os japoneses e eu fui capturada.
Quando todos foram devidamente paralisados, chegou uma equipe com cara de FBI que estava levando as pessoas em furgões para sabe-se lá onde. Na minha vez de entrar no furgão a mulher que estava organizando a fila disse que eu não poderia usar nenhuma jóia. Então eu tirei minha correntinha, meu brinco e meu piercing, coloquei num saquinho branco com um bilhete pedindo para guardarem para mim e joguei o saquinho pela janela do casarão.
Aí eu acordei.

O Sonhei.com não faz mais interpretações digratis e eu não acho que compense pagar, mesmo R$1,00 por mês, pra isso... Alguém se habilita a interpretar o meu sonho?

26 abril, 2004

Faz tempo que eu não comento nenhum sonho aqui, né?! Pois é. Eu tive alguns no mínimo curiosos ultimamente, mas sem pique de escrever, brochei com o meu site de interpretação preferido ser agora pago e tal... Fazer o que, né?!
Tinha um sonho bem legal pra colocar aqui, de sábado. Mas hoje me aconteceu uma coisa que eu resolvi comentar. Então o sonho fica pra amanhã.

Nada acontece por acaso

Frase mais carne-de-vaca, não? Sempre que você ouve isso, passa reto por ela, ignora, pensa "é mais um comentário de gente que gosta de ler auto-ajuda" e coisas assim. Pois é... Eu faço isso.

Quando eu era criança, tinha um despertadorzinho na minha cabeça. Não sei como, esquecida do jeito que eu sou... Mas funcionava assim: antes de dormir eu fazia a minha oração (sim: era de manhã de tarde e de noite, que nem Daniel...), aí eu pensava "não posso esquecer que eu tenho que acordar tal horas" ou "não posso me esquecer de fazer isso assim que acordar".
E funcionava! Eu só comprei meu primeiro despertador quando mudei pra São Paulo. E depois disso, meu despertador mental nunca mais funcionou. Até hoje.

Eu fui dormir cedo, relativamente cedo, e simplesmente por preguiça. Também pensei um pouquinho que eu ia ter uma semana dificil e queria começar descansada. Mas isso é desculpa. Eu tava hyper relax, bateu a maior preguiça e eu quis dormir.
Normalmente não importa a hora que eu durmo: durmo que nem pedra até ser chacoalhada (e chacoalhada de verdade, só um cutucãozinho não me acorda) ou até o despertador gritar no volume máximo com alguma música agitada.
Mas hoje eu acordei sem o relógio, sem alguém me chacoalhando pq eu to atrasada, sem meus gatos pulando na minha cabeça (sim, eles tb me acordam às vezes), nem nada... Só acordei. E eram 4h da manhã, não tinha sol, nem barulho, nem nada. Eu acordei e pronto. Sem preguiça, sem me sentir cansada, nem mau humor.
Como eu vi que horas eram e era muuuuito cedo, tentei dormir de novo. Fiquei uma hora na cama e não consegui. Aí eu levantei... Procurei o que fazer: fiz as unhas, a sobrancelha, brinquei com os gatos, tentei dormir de novo... E nada. Até que o relógio tocou. Eu fiquei até feliz, sabe? Puxa, consegui acordar mega cedo e não to cansada... Ao invés de me perder no snooze lavei o cabelo com calma, dei ração pros peixes, pendurei a toalha no varal e saí toda feliz pro trabalho.
Por incrível que pareça, dessa vez não teve engarrafamento. Mesmo com um buso quebrado no caminho. Cheguei perto do trabalho uma hora mais cedo. Aproveitei e fui ao banco fazer um depósito, fui lentamente pro trabalho e entrei às 9h em ponto.

Aí eu descobri que o meu despertador não funcionou sozinho à toa. Entrei na sala da minha chefe: ninguém, entrei na sala da minha supervisora: ninguém, passei pelas mesas dos meus colegas: ninguém.
Tinha uma reunião eu esqueci. Se tivesse me arrumado e vindo direto pro trabalho mais cedo eu teria chegado a tempo, e não teria passado o fim todo da reunião verde de vontade de ir no banheiro pois tive que ir correndo pra sala onde todos estavam.

Da próxima vez que eu, do nada, acordar mais cedo, consulto minha agenda antes de fazer as unhas e hidratar meu cabelo.

23 abril, 2004

O número do dia é 175.

Não, não é um bom número, não tenho esperanças de ganhar na Mega Sena com ele e eu preferia ter acordado sem esse número.
Meu dia seria bem mais feliz. Mas fazer o que? pelo menos o dia ainda não acabou. Quem sabe não aparece outro número até lá?

22 abril, 2004

Indicação de post tirada dos blogs do Nishi e do Barizon:

- Pegue o livro mais próximo de você.
- Abra o livro na página 23.
- Ache a quinta frase.
- Poste o texto em seu blog junto com estas instruções.

Aqui está:

"It is difficult to find out exactly how many such cases have been settled, but during the Attorney General's investigation, Lilly acknowledged settling other cases as well, wich has kept the issue quiet."
Glenmullen, J. Prozac Backlash: Overcoming the dangers of Prozac, Zoloft, Paxil, and others antidepressants with safe, effective alternatives. New York: Simon & Schuster, 2000.

Mas pra quem trabalha em biblioteca não tem tanta graça.

19 abril, 2004

Coisa boa

Ontem à noite eu fiquei muito, mas muito, feliz por um motivo inusitado: eu estava com sono. Parece estranho, né?! Alguns não entendem muito bem quando eu diferencio sono de cansaço... Mas são duas coisas completamente diferentes. E que contam muito!
Geralmente vem o fim de um dia e eu chego em casa, deito na cama e apago. Mas se me perguntam se eu estava com muito sono, a resposta provavelmente é não. Eu costumo acabar o dia no 220. Mais agitada do que quando acordei com o rádio no último volume. Tão elétrica, que se eu não for dormir e estiver acompanhada eu desando a tagarelar, ou a fazer coisas sem parar como brincar com os meus gatinhos, limpar ou arrumar alguma coisa em casa e tal... Eu não sinto sono.
Já cansaço é outra história. Chega sempre um ponto em que o meu cérebro praticamente não responde mais. Meu raciocínio diminui o absurdo, eu fico de mau humor e tudo o mais. Aí aos poucos o corpo para de responder ou começa a reagir e doer todinho: é aquela velha sensação de estar moída. É aí que eu acabo dormindo, mesmo sem estar com sono. O triste resultado é que eu acordo no dia seguinte, depois de um "sono" mega pesado como se não tivesse dormido nada.
O meu sono de verdade sempre vem de manhã. Que é quando meu corpo se dá conta de que quase deu um jeito no cansaço (afinal de contas esse é cumulativo e não acaba de uma vez), mas recuperar as energias que é importante nada. Aí, com as energias em baixa, o corpo tem que se virar pra aguentar o dia, e eu acabo aquela pilha até chegar a noite de novo.
Parece que esse ciclo não tem fim, não é?!
Pois é. Mas nesse domingo à noite (bem cedo até, se for pensar a hora que eu acordei) eu tive sono. E como isso foi bom!

Eu sei que hoje provavelmente já acaba essa sensação. Volto pra correria, pra rotina e finalmente pro cansaço. Mas o fato de ter um fim de semana maravilhoso em que eu quase coloquei minha vida em dia, aproveitei o meu amor, me diverti um monte, cuidei dos meus gatinhos e ainda consegui lavar roupa me deu um pouco de ânimo pra aguentar mais um pouco essa loucura.

Se tudo der certo, mais dias de sono e menos dias de cansaço virão. Logo logo...

14 abril, 2004

Pois é. Outro dia eu fiz questão de comentar quer esse blog faria aniversário dia 10. Aí chegou o dia 10 e eu esqueci...
Paciência.

13 abril, 2004

Amo-te muito
Dominio publico

Amo-te muito, como as flores amam
O frio orvalho que o infinito chora.
Amo-te como o sabiá da praia
Ama a sanguínea e deslumbrante aurora.

Oh! não te esqueças que te amo assim.
Oh! não te esqueças nunca mais de mim.

Amo-te muito como a onda a praia
E a praia a onda, que a vem beijar...
Amo-te tanto como a branca pérola
Ama as entranhas do infinito mar.

Oh! não te esqueças que te amo assim.
Oh! não te esqueças nunca mais de mim.

Amo-te muito, como a brisa os campos
E o bardo a lua derramando luz
Amo-te tanto quanto amo o gozo
E Cristo amou ardentemente a cruz.


E justo na hora em que você mais precisa, como se fosse tudo programado e ensaiado com perfeição, chega algo especial para salvar o dia!

08 abril, 2004

Para quem passar por aqui, se alguém passar por aqui até lá:

Feliz Páscoa e cuidado com a dor de barriga!

;o)

05 abril, 2004

Não é quando a minha mãe liga perguntando o que eu quero ganhar, não é quando as pessoas olham para mim com cara de "tá chegando", não é quando eu ouço um "vai ter festa?" que eu me dou conta de que o meu aniversário realmente está chegando.
Normalmente eu caio na real de que estou ficando mais velha quando ligo o rádio, vejo manchetes de revistas, vejo algum site de noticia e dou de cara com um aumento incrível de matérias sobre a morte do Kurt Cobain e o fim do Nirvana.

Triste, não?

Falando nisso, esse blog também vai fazer aniversário, no sábado: 2 anos. Vai ter festa? Não. Grandes mudanças? Não. Só achei que devia comentar.

01 abril, 2004

Eu sei, só há uma página de comments pra todos os posts do blog, e essa página se repete a cada post. Eu vou arrumar isso, mas não agora. E depois, com um número tão grande de comments que o blog tem, os poucos e raros leitores dele não se importam de esperar mais um pouco, né?!
Pelo menos essa uma página de comments tá funcionando, né?! Menos mal.
Não leia esse post. Ele é longo demais, mau humorado demais, deprimente demais.

Antes de passar no vestibular eu morava na casa da minha mãe. Vivia muito feliz com uma mesada de R$20,00 por semana (ou seria semanada?) e esse dinheiro tinha que dar para meu almoço, transporte, lanche da escola e para o fim de semana. Tinha que dar não, era suficiente.
Aí eu entrei na faculdade, e não dava para viajar todos os dias: me mudei para São Paulo. Nessa época eu ainda não trabalhava: minha mãe me ajudava com uma certa quantia por mês (isso sim pode ser chamado de mesada), não era muito, menos até que um salário mínimo. E esse dinheiro servia para eu comer (e eu comia muito bem por sinal), para o transporte, para pagar as contas e ainda para viajar todo fim de semana pra casa da minha mãe. As contas iam muito bem, o dinheirto era suficiente, mas eu sempre pensava: se eu conseguisse um emprego de uns R$XXX,XX seria tão bom, além das contas pagas, eu poderia folgar um pouquinho, né?!
Aí, alguns meses depois eu me mudei outra vez. Comecei a trabalhar meio período, por aquele valor: mais do que três vezes a ajuda da minha mãe. Fiquei super feliz... Pagava as minhas contas direitinho, tinha os passes do trabalho, vale alimentação, passei a sair de vez em quando, a viajar menos, e ainda dava o dízimo (sim, os tão polêmicos 10% que vc entrega para Deus, para ajudar no sustento da igreja e tudo o mais)!
Mas chegou uma hora em que as contas estavam ficando difíceis. Eu morava num lugar onde tudo era relativamente mais caro, as contas eram maiores (mesmo com uma ajuda da minha mãe, maior do que aquela primeira mesada) e tudo o mais... Eu lembro de nessa época, pensar em como seria perfeito se eu tivesse um salário de R$XXX,XX + 1/2 R$XXX,XX. Cheguei até a pedir a Deus um emprego novo e tudo o mais pois isso seria mais que suficiente para eu pagar todas as minhas contas, ter uma graninha para gastar comigo e ainda guardar um pouco numa poupança.
Consegui outro emprego. E um belo dia reparei que já estava ganhando o que eu queria e que ainda assim não conseguia guardar um só centavo, que o diga continuar dando o dízimo. Nessa época me mudei de novo, de um quarto alugado para um apartamento dividido com a July. Pouco tempo depois, arrumei outro emprego.
Hoje ganho quase o dobro do que ganhava no último emprego (10 vezes mais a mesada que eu recebia quando mudei pra SP), acordo todos os dias 6h da manhã, durmo sempre em algum momento entre 0h e 2h (raramente mais do que 6h por noite), trabalho muito mais do que a minha capacidade permite, quase não vou à uma igreja por estar sempre cansada demais, quando aparece alguma balada interessante acabo não tendo pique para ir, quase não viajo pra casa da minha mãe, já deixei até de almoçar por falta de tempo, cheguei ao ponto de não me lembrar nem do trajeto que eu fiz para voltar pra casa nos últimos dias: minha memória só identifica o lugar onde eu estava (a faculdade, por exemplo) e daí ela pula para a hora em que eu acordo, no dia seguinte. E ainda assim, mal consigo controlar o meu cartão de crédito.
Aí eu passo no mural de estágios da faculdade e me sinto frustrada quando vejo uma proposta de meio período pela metade do que eu ganho e não aceitar por medo de não aguentar minhas contas. Meu sonho quando entrei na faculdade era trabalhar numa biblioteca infantil, hoje nem olho essas propostas pois elas costumam pagar pouco. Vejo meus colegas saírem, irem a programações da faculdade durante o dia, fazerem cursos, praticarem yoga, marcarem baladas, entregarem todos os trabalhos da faculdade e tudo isso ganhando até menos do que eu ganhava no meu primeiro emprego.
Enfim, quais eram mesmo os meus sonhos quando eu decidi minha profissão e vir pra São Paulo? Eles não pareciam custar tão caro. Com o tempo, parece que o preço das nossas necessidades básicas quadruplicam a cada segundo. Eu já disse isso antes, e agora dói mais dizer: quando eu era criança, e nem mesada ganhava, juntar 5 centavos para comprar uma bala na porta da escola me faziam a pentelha mais feliz do mundo... Hoje as balas custam caro demais.

31 março, 2004

Bugigangas na Mourato Coelho

Desde que me mudei para Pinheiros, em 2001, eu passo pela Mourato Coelho e me pergunto o que seria aquele jardim, perto da Cachaçaria Paulista. É um jardinzinho bizarro com cobras em conserva, galinhas de borracha, colares de contas e coisas aleatórias.
Hoje eu descobri. Foi um morador da casa (O Sr. Farah) que um belo dia colocou um elefantinho no jardim, gostou e agora enche ele de tralhas aparentemente sem motivo.
Como eu descobri? Agora mesmo, no meio de uma aula de 3 horas e meia, quando achei que não ia mais aguentar 5 minutos na sala sem cair numa crise de pânico. Saí para respirar e comecei a folhear uma Vejinha do ano passado. Lá tinha um quadro falando sobre a tal casa.
E eu aqui que passei mais de dois anos me perguntando se não seria um doido que mora na tal casa e não tem o que fazer, ou um seguidor de alguma seita estranha, ou uma pessoa que usasse o próprio jardim para fazer simpatias, ou... sei lá.
Vai entender essa gente.

30 março, 2004


Imãs passeavam por mim cheios de uma energia tão grande que me levou ao ar. E longe demais do chão para ver qualquer coisa, subi numa velocidade cada vez maior até esbarrar nas pontas de uma estrela que abriu as minhas costas como se quisesse entrar por minha pele. Passado o calor daquele astro que me invadiu, a velocidade diminuiu lentamente. E me senti feliz, flutuando entre as nuvens enquanto as marcas em minhas costas emanavam luz.
Bizarro
Manchetes do Canal Cultura do Último Segundo:

Cultura :: 12:38:09
"Paixão de Cristo" faz neonazista confessar crime na Noruega
Cultura :: 11:15:14
Venezuelana morre ao assistir "A Paixão de Cristo"
Cultura :: 12:48:14
Homem confessa homicídio depois de ver "A Paixão de Cristo"
Cultura :: 21:58:06
Pastor sofre enfarte assistindo "Paixão de Cristo" em Minas
Cultura :: 21:28:07
Mulher morre ao assistir cena de "Paixão de Cristo" nos EUA


PS: Que bonitinho... um nazista cristão!

29 março, 2004

Chegar no trabalho, depois de uma noite sem dormir e achar uma notícia dessas no meu e-mail... Eu mereço, não?!

Bin Laden: 'Tímido, educado e adora a mãe'
19:54 26/03
BBC
Osama Bin Laden é uma pessoa muito tímida, educada, modesta e tem verdadeira adoração por sua mãe.

A descrição do homem mais procurado no mundo foi feita por aqueles que se encontraram, pessoalmente, com o líder da rede Al-Qaeda.
Os depoimentos serão veiculados na televisão britânica em um documentário da BBC que conta a vida de Bin Laden, da juventude marcada pelo islamismo moderado à liderança da Al-Qaeda.
Segundo Brian Fyfield-Shayler, professor de inglês de Bin Laden em uma escola de elite em Jeddah, ele era "mais alto do que seus colegas e com muito boa aparência".
Leia mais no site da BBC

24 março, 2004

"Não vou à escola, a escola não é legal
vou comprar uma motocicreta e trilhar o caminho do mau!

eu no meu velotrol você na sua tonguinha
quero ver quem é capaz de encarar nossa patotinha!
mas preciso passar de ano
chova ou faça sol senão papai noel não vai trazer meu velotrol!"

Garotos Podres - Nasci para ser selvagem


Hmpf!

22 março, 2004

No dia em que eu descobri que nem todos os professores de direção parecem o professor Tiburcio e que eu passaria a ter aulas com um instrutor que não fala, faz alguns grunhidos, eu já tinha descoberto que não passaria na prova. Então porquê ficar chateada se eu não consegui manter o carro na subida? Deixa a lata morrer, porra.
Paciência. A minha carta não vai sair tão já.

19 março, 2004

Publicado hoje na coluna Boechat do Jornal do Brasil:

"Sem controle 2

O Ministério da Saúde está preparando um projeto para restringir a propaganda de bebidas alcoólicas nos meios de comunicação.
De fato, o país precisa reavaliar a liberdade concedida aos fabricantes.
Caso contrário, morreremos bêbados, discutindo a quem interessa a decisão de Zeca Pagodinho de vender a alma ao diabo ou ao capeta."

17 março, 2004

Tá meio atrasada mas essa vale a pena. "Pictures of you" tb é uma boa, eu só não consigo imaginar braços saindo de uma música e me abraçando. Enfim...

UOL Tablóide - 11/03/2004
Pesquisa indica o melhor remédio contra a tristeza: uma música dos Smiths
Da Redação

Tá deprê? Bom, ouvir uma música é sempre uma boa opção, certo? Mas qual é a música de melhor "efeito terapêutico" neste caso?
Pesquisa divulgada nesta semana pela rádio digital BBC 6 mostra que a banda mais antidepressiva é... The Smiths. É deles "I Know It's Over", a mais apontada pelos entrevistados para a pesquisa.
"A música é como braços gigantes que saem dos alto-falantes para me abraçar", disse um dos participantes da pesquisa.
Na lista também aparecem "Everybody Hurts", do R.E.M.; "Pictures of You", do The Cure; "Confortably Numb", do Pink Floyd; e "Good Day Sunshine", dos Beatles, entre outras.
Como a pesquisa foi realizada na Inglaterra, ficaram de fora grandes clássicos da MPB, como "Pelados em Santos" (Mamonas Assasinas), "O Amor que Antes de Ser Já Era" (Falcão) e o histórico "Segura o Tchan", do então Gera Samba.
Fonte: EFE

12 março, 2004

12/03 - Dia do Bibliotecário!

11 março, 2004

Imagem & Semelhança

Coluna na Info Home sobre a imagem do Bibliotecário em filmes. :o)

05 março, 2004

O grande problema de eu ter um blog é não ter nada para dizer a maior parte do tempo. Aliás, é o mesmo problema que eu tinha na escola, nas aulas de redação:

"_Professora, não sei o que escrever nessa redação.
_Coloque tudo o que você tem a dizer sobre o assunto, depois arruma de forma que dê para outra pessoa entender.
_Mas eu não tenho o que dizer!
_Como assim? Você não tem opinião própria ou algo do tipo? Não se informou o sufficiente?
_Tenho e me informei, mas as minhas idéias não são nada novas. Não tem nada pra ser dito por mim. Aliás até tem, mas se eu colocasse no papel, nem arrumadinho as pessoas entenderiam.
_Se você pode entender, as pessoas também podem.
_Não podem não. Aliás é o que acontece com a maioria dos textos. Elas fingem que entendem para não parecerem burras. Fingir que entende um assunto é muito dificil e eu não quero dar esse trabalho pra ninguém.
_Para de graça e vai escrever a sua redação. E ela vale nota!"


Eu falo demais. Demais mesmo. Sou totalmente tagarela e sem noção. Falo o que devo, o que não devo, o que ninguém precisa ou pode ouvir... Mas se é pra escrever, eu prefiro escrever só se tiver algo de útil a ser escrito. E quando não tem nada de útil, o blog fica parado. Ou cheio de links que eu peguei em junkmails, fotos e desenhos.

Ok, ok... Estou escrevendo demais, e nada de útil. Mas falando em falar demais e não dizer nada, olha a frase que eu acabei de ouvir na Brasil 2000:

"São Paulo é a única possibilidade possível (...) é o que fica porque é o que sempre ficou!"

Aí você imagina quanta gente a essa hora está tentando fingir que entendeu pra não parecer burra.
Não ouvi o nome de quem fez a bela declaração, quando ouvir de novo eu conto quem foi.

02 março, 2004

Gosta de Fotonovelas? Das Fotonovelas Sarajane você vai gostar com certeza!
Olha só o patrocínio:



:o) E eu adoro doce de goiaba!

26 fevereiro, 2004

A Communal Fear Project

Você tem medo de que os gnomos do seu jardim comecem uma revolta? Ou de que pinguins aprendam a usar nossa tecnologia para dominar o mundo?
Talvez não tenha coragem de assumir algum dos seus medos mais intimos e obscuros...

Vá em frente!
Compartilhe seus medos e descubra que não é o único.

18 fevereiro, 2004

Party On!

Alguém me deixou um comment perguntando onde fica o Salamandra.
Lestat: Desculpa não ter respondido, mas eu não estou entrando no meu ICQ e você não deixou seu e-mail.

Aqui está o endereço:
R. Cardeal Arcoverde, 563
Pinheiros São Paulo SP
phone (11) 3082 9111

A festa que eu frequento no Salamandra é o Salamandra RIP, que acontece aos domingos em semanas alternadas. Se quiser conferir, aqui está o site deles:
http://carcasse.com/rip/

Aparece por lá! E espero que você se divirta.

13 fevereiro, 2004

Quem dera...

Hoje sonhei que a minha avó me chamava em particular para dizer que eu tinha que escolher meu anel de formatura, ela ia me dar de presente...
Que coisa, gostaria tanto de já estar nessa "fase" da faculdade. Me preparando para sair e tal. Quem sabe o sonho não foi um aviso de que agora eu tenho que dar um gás e terminar logo, não! Pelo menos é o que eu preciso fazer!

"Sonhar que se recebe um anel de presente é certeza de que será recompensado"
...droga! O site que eu gosto de ver interpretações agora cobra pelo conteudo. Vou ter que achar outro.

Acho que eu nunca coloquei aqui a descrição do meu anel de formatura. Aí vai:

RESOLUÇÃO CFB N.º 034, DE 30 ABRIL DE 2001
Dispõe sobre os símbolos emblemáticos do anel de grau do Bacharel em
Biblioteconomia.

O Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia - CFB, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 4.084/62, e pelo Decreto nº 56.725/65, apoiado em decisão anterior da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB).
Considerando, ainda, decisão Plenária de 22 a 25 de março de 2001,
Resolve:

Art.1 ? O anel de grau do Bacharel de Biblioteconomia deverá ter as seguintes características: Pedra ? ametista, originária do grego Amethystos, de cor violeta; Emblemas ? lâmpada de Aladim simboliza a perene vigília, a atividade intelectual de um lado do anel; livro aberto, do outro lado, simbolizando a informação.
Art. 2º - Os emblemas e a cor da pedra ametista, violeta, passarão a ser considerados os símbolos da Biblioteconomia.
Art. 3º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se em especial a Resolução CFB n.º 19/2000.

José Fernando Modesto da Silva
Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia
Publicado no Diário Oficial da União
De 03/05/01, Seção I, p. 14

12 fevereiro, 2004

Tirando a carta - dúvidas:

1º Se eu nunca consegui jogar videogame, ou joguinhos de computador por não conseguir fazer dois movimentos com as mãos e pensar rápido ao mesmo tempo, será que eu vou conseguir dirigir?

2º Todos os instrutores de direção se parecem com o Professor Tibúrcio ou são só os meus?

23 janeiro, 2004

Provas Científicas

Tamanho é documento sim!!!

21 janeiro, 2004

Carta de Suicídio

Sua vida não tem mais graça, quer se matar mas não é bom escritor?
A Microsoft te dá uma mãozinha (ou seria um empurrão?):

Tem coisas que só o Office faz por você!

PS: Valeu Di! Mudou a minha vida... ou a minha morte... *rs

19 janeiro, 2004

Que coisa!
Depois de muito tempo, resolvi dar uma olhadinha no nedstat e descobri que ainda tem gente que visita esse blog! Quem sabe eu não me animo e ressuscito ele de verdade, né?! Pena que eu perdi todos os comments antigos.

Para relembrar a época boa desse blog, sonho estranho da semana passada:

Acordei atrasada (o sonho veio depois de eu ter acordado com o despertador e voltado a dormir) e fui correndo ao banheiro lavar o cabelo. O banheiro estava ocupado: a Dai e a July estavam tomando banho juntas (não me venha com essas idéias, era só banho mesmo). Pedi para as duas o meu shampoo e fui lavar o cabelo no tanque.
A área de serviço da minha casa era maior, e tinha um segundo tanque cheio de tralhas. Fui liberar espaço nele, e acabei tirando um suporte de ferro que parecia uma dessas estantezinhas de chuveiro, pensei que o morador anterior devia ter deixado isso na casa e que eu poderia levar para o banheiro, quando percebi que era uma gaiola com um ninho de pombinhas.
Achando a coisinha mais fofa do mundo (eca!!!) fui fazer cafuné num dos filhotinhos (eca eca eca!!!). A mamãe ciumenta não gostou e foi bicar o meu dedo, e eu tentei afastar. Aí ela grudou no dedo (com um bico que já tinha virado bico de papagaio) e não largava mais. Eu sacudi o dedo até o pescoço dela quebrar e ficar só a cabeça. Joguei a cabeça fora, fui ver os filhotinhos e estavam todos mutilados e mortos.

Acordei.

Acho que esse não precisa de interpretação, né?!

13 janeiro, 2004


"If I had the chance
I'd ask the world to dance
And I´ll be dancing with myself..."