17 novembro, 2004

Viva Manuel Bandeira!

Eu podia viajar no tempo, e no futuro éramos sapos. Grandes e redondos como sapos-boi. E o mundo era todo céu e construções quadradas de metal dourado em que não se viam nem portas ou janelas, só canais que saíam e passavam pelas construções.
Quando consegui entrar em uma das construções descobri que não era permitido entrar lá, e voltei um pouquinho mais no tempo.
Eu estava com vários sapos conhecidos em um riozinho, que tinha o espaço onde ficávamos delimitado por uma rede (que nem rede de polo aquático na piscina).
De repente algo de errado aconteceu e começaram a se formar ondas gigantescas. Eu agarrei um sapo que seria o meu pai pelo pescoço e saí nadando com ele de um lado para o outro para evitar que nós morrêssemos afogados.

__"Meu pai foi rei" __"Foi!"
__"Não foi!" __"Foi!" __"Não foi!"

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