09 maio, 2007
Why the fuck?
Porque gente que eu nem sei mais se existe tem que gritar, discutir, arrumar problema e me deixar puta quando eu só quero dormir?
03 maio, 2007
Reformas
Eu estava na cama com o Meco quando vi um avião se aproximando pela janela. Não se aproximava como um avião aterrizando e não tinha nenhum aeroporto perto de casa. Ele ia ficando maior, maior, mais baixo até que uma parte do rabo bateu no prédio ao lado do meu e ele caiu, levando toda a parede lateral do quarto.
Saímos do quarto, a July estava andando por um corredor escuro, comentando o que tinha acontecido. E o piloto com um sotaque estranho estava lá.
O piloto tentou nos convencer de que não contáramos para ninguém sobre a queda, e enquanto ele falava, eu ofereci ficar quieta em troca de cem mil dólares e saí. Fui até a cozinha que era como um barracão também escuro. Lá estava a July outra vez, indo em direção à porta que dava para os destroços enquanto eu pensava que deveria ir lá tabém para pegar as minhas coisas que foram levadas junto com a parede do quarto.
De manhã, dentro da escola, que era um monastério no meio do campo, um lugar todo verde e deserto, eu ouvia uma música e sinos. Era o sinal para entrar e sair das aulas.
Aproveitei a pausa para andar até a casa da minha mãe. Ela estava mexendo nos destroços do acidente, encontrando coisas que nem sabia mais que estavam na casa e separando o que podia voltar a ser usado.
Eu estava preocupada com o meu quarto, mas ela já tinha reformado tudo. Estavam lá a minha vó, a tia Nancy, o Dvd e o Mateus. Fui ver o meu quarto e reparei que haviam três camas e a parede estava refeita. Perguntei como eu e o Meco dormiríamos em três camas de solteiro, e minha mãe explicou que agora esse seria o quarto do Dvd, do Mateus e da Priscila. O meu quarto estava do lado de fora da casa, que tinha ficado imensa. Fiquei feliz com o quarto.
E então a música no monastério voltou a tocar. Eu ficava procurando a minha mãe para dizer que tinha que ir, explicando à minha vó que quando acabasse a música eles não me deixariam mais entrar. E a música acabou.
Saímos do quarto, a July estava andando por um corredor escuro, comentando o que tinha acontecido. E o piloto com um sotaque estranho estava lá.
O piloto tentou nos convencer de que não contáramos para ninguém sobre a queda, e enquanto ele falava, eu ofereci ficar quieta em troca de cem mil dólares e saí. Fui até a cozinha que era como um barracão também escuro. Lá estava a July outra vez, indo em direção à porta que dava para os destroços enquanto eu pensava que deveria ir lá tabém para pegar as minhas coisas que foram levadas junto com a parede do quarto.
De manhã, dentro da escola, que era um monastério no meio do campo, um lugar todo verde e deserto, eu ouvia uma música e sinos. Era o sinal para entrar e sair das aulas.
Aproveitei a pausa para andar até a casa da minha mãe. Ela estava mexendo nos destroços do acidente, encontrando coisas que nem sabia mais que estavam na casa e separando o que podia voltar a ser usado.
Eu estava preocupada com o meu quarto, mas ela já tinha reformado tudo. Estavam lá a minha vó, a tia Nancy, o Dvd e o Mateus. Fui ver o meu quarto e reparei que haviam três camas e a parede estava refeita. Perguntei como eu e o Meco dormiríamos em três camas de solteiro, e minha mãe explicou que agora esse seria o quarto do Dvd, do Mateus e da Priscila. O meu quarto estava do lado de fora da casa, que tinha ficado imensa. Fiquei feliz com o quarto.
E então a música no monastério voltou a tocar. Eu ficava procurando a minha mãe para dizer que tinha que ir, explicando à minha vó que quando acabasse a música eles não me deixariam mais entrar. E a música acabou.
02 maio, 2007
Família e amigos na praia
Descobri uma praia deserta perto da pousada que ia quando criança, dava para ir a pé até lá. Primeiro fui com uma amiga da escola. Depois voltei com a minha mãe, depois com o Dvd.
Com o DVd eu fiquei discutindo sobre irmos para outra praia, talvez ligar para minha tia no Rio pedindo uma sugestão, mas tínhamos pouco tempo e voltamos para perto da pousada pegar o carro.
Um pouco depois da pousada, perto de onde estava o carro, numa casa grande estava todo o pessoal da faculdade e ficamos conversando até não dar mais tempo de ir pra praia. Já era quase meia noite.
Conversei com o Heres e a Karin no jardim da casa que estava cheio de bicicletas. Na porta da casa, enquanto todos se despedíam, a Juliétti, a Dai e a Dani estavam dividindo a comida que sobrou da festa. Eram vários pratos cheios de mariscos gratinados e camarões empanados. A divisão era feita basicamente pela cor das conchinhas. Eu fiquei com um prato de conchinhas azuis cobertas de queijo ralado e de camarões. Estavam tão bonitas que quase dava para sentir o cheiro.
Com o DVd eu fiquei discutindo sobre irmos para outra praia, talvez ligar para minha tia no Rio pedindo uma sugestão, mas tínhamos pouco tempo e voltamos para perto da pousada pegar o carro.
Um pouco depois da pousada, perto de onde estava o carro, numa casa grande estava todo o pessoal da faculdade e ficamos conversando até não dar mais tempo de ir pra praia. Já era quase meia noite.
Conversei com o Heres e a Karin no jardim da casa que estava cheio de bicicletas. Na porta da casa, enquanto todos se despedíam, a Juliétti, a Dai e a Dani estavam dividindo a comida que sobrou da festa. Eram vários pratos cheios de mariscos gratinados e camarões empanados. A divisão era feita basicamente pela cor das conchinhas. Eu fiquei com um prato de conchinhas azuis cobertas de queijo ralado e de camarões. Estavam tão bonitas que quase dava para sentir o cheiro.
27 abril, 2007
Juízo Final
Fui com minha mãe até a igreja dela. Estavam a organizar um passeio de bicicleta e resolvi participar. As instruções estavam sendo dadas em um salão de dois andares e eu fui ao segundo, me dando conta de que eu nem tenho uma bicicleta.
Enquanto comentavam que não ia ser fácil, eu resolvi juntar as minhas coisas e ficar preparada com a sensação de que algo ia acontecer. E aconteceu. Todos começaram a correr como loucos, sem bicicletas, era hora de fugir.
Um dragão estava rodando todo o mundo e destruindo tudo, Eu não tinha visto o dragão, não ouvi falar dele, mas sabia que ele estava passando, queimando tudo e todos que encontrava e era fugir ou morrer.
Então saí a correr pela cidade. Em um momento eu reparei que só correr não ia ser suficiente. Tentei chamar um ônibus que estava passando a toda velocidade, o motorista parou, quando eu fui andar na direção da porta ele começou a andar. Aí eu comecei a gritar como louca, de raiva, e ele parou de novo. Mas quando fui pegar na porta o cara sai correndo a toda e lá fui eu pela estrada (parecia muito uma serra, com túneis e curvas e tal) voando pendurada na porta do ônibus.
Na saída de um túnel eu caí. Fiquei ali sentada até passar um grupo de pessoas que estava indo para o refúgio: quem quisesse se safar do dragão tinha que ir pro céu. E a entrada do céu estava logo ali, descendo um pouco o barranco onde estavávamos.
E eu vi a entrada do céu! Vi o céu na verdade, mas estava longe e não dava para distinguir muita coisa.
Basicamente era uma montanha pequena, beeem comprida, cheia de grama verdinha e uma escadaria gigantesca e desproporcional (apesar de eu estar vendo tudo como quem vê uma bola de neve). A escadaria era branca, meio rosada, de mármore e ia até o topo, onde havia como um coreto, ou um portal, ou uma ruina Ayleid, também branco e rosa.
Eu pensei comigo que ia ser dureza subir toda aquela escadaria, mas para quem já tinha chegado ali, não era nada demais.
Para entrar, havia uma equipe de mulheres (anjos?) distribuindo formulários. Para entrar, teria que preencher um formulário não sei se de controle ou se para avaliação. Mas parecia que bastava preencher o formulário para entrar mesmo.
Comecei a preencher o meu, mas borrei ele inteiro. Saiu tudo errado. Aí eu pedi mais uma folha para a moça do pé da escada, que me deu uma pilha de folhas de formulário. E eu fui pra outro canto preencher.
Enquanto comentavam que não ia ser fácil, eu resolvi juntar as minhas coisas e ficar preparada com a sensação de que algo ia acontecer. E aconteceu. Todos começaram a correr como loucos, sem bicicletas, era hora de fugir.
Um dragão estava rodando todo o mundo e destruindo tudo, Eu não tinha visto o dragão, não ouvi falar dele, mas sabia que ele estava passando, queimando tudo e todos que encontrava e era fugir ou morrer.
Então saí a correr pela cidade. Em um momento eu reparei que só correr não ia ser suficiente. Tentei chamar um ônibus que estava passando a toda velocidade, o motorista parou, quando eu fui andar na direção da porta ele começou a andar. Aí eu comecei a gritar como louca, de raiva, e ele parou de novo. Mas quando fui pegar na porta o cara sai correndo a toda e lá fui eu pela estrada (parecia muito uma serra, com túneis e curvas e tal) voando pendurada na porta do ônibus.
Na saída de um túnel eu caí. Fiquei ali sentada até passar um grupo de pessoas que estava indo para o refúgio: quem quisesse se safar do dragão tinha que ir pro céu. E a entrada do céu estava logo ali, descendo um pouco o barranco onde estavávamos.
E eu vi a entrada do céu! Vi o céu na verdade, mas estava longe e não dava para distinguir muita coisa.
Basicamente era uma montanha pequena, beeem comprida, cheia de grama verdinha e uma escadaria gigantesca e desproporcional (apesar de eu estar vendo tudo como quem vê uma bola de neve). A escadaria era branca, meio rosada, de mármore e ia até o topo, onde havia como um coreto, ou um portal, ou uma ruina Ayleid, também branco e rosa.
Eu pensei comigo que ia ser dureza subir toda aquela escadaria, mas para quem já tinha chegado ali, não era nada demais.
Para entrar, havia uma equipe de mulheres (anjos?) distribuindo formulários. Para entrar, teria que preencher um formulário não sei se de controle ou se para avaliação. Mas parecia que bastava preencher o formulário para entrar mesmo.
Comecei a preencher o meu, mas borrei ele inteiro. Saiu tudo errado. Aí eu pedi mais uma folha para a moça do pé da escada, que me deu uma pilha de folhas de formulário. E eu fui pra outro canto preencher.