Viva Manuel Bandeira!
Eu podia viajar no tempo, e no futuro éramos sapos. Grandes e redondos como sapos-boi. E o mundo era todo céu e construções quadradas de metal dourado em que não se viam nem portas ou janelas, só canais que saíam e passavam pelas construções.
Quando consegui entrar em uma das construções descobri que não era permitido entrar lá, e voltei um pouquinho mais no tempo.
Eu estava com vários sapos conhecidos em um riozinho, que tinha o espaço onde ficávamos delimitado por uma rede (que nem rede de polo aquático na piscina).
De repente algo de errado aconteceu e começaram a se formar ondas gigantescas. Eu agarrei um sapo que seria o meu pai pelo pescoço e saí nadando com ele de um lado para o outro para evitar que nós morrêssemos afogados.
__"Meu pai foi rei" __"Foi!"
__"Não foi!" __"Foi!" __"Não foi!"
17 novembro, 2004
10 novembro, 2004
O pomar do quintal
O quintal da casa da vó era muito grande. E embaixo da parreira que ficava do lado direito tinha uma espécie de pé de alguma fruta da família da laranja plantado, que dava umas laranjonas do tamanho de abóboras.
Muita gente ia pra debaixo da parreira tentar pegar uma das laranjas, mas acabavam cercados por um monte de fantasmas e sumiam para outra dimensão.
Mas aí em algum momento eu dei sorte, uma laranjona rolou para fora, consegui pegá-la e levar para a área de serviço da casa (fora do alcance dos fantasmas). Fiz um buraco na casca e experimentei a laranja.
E não é que era ruim? Sei lá... um tanto amarga.
O quintal da casa da vó era muito grande. E embaixo da parreira que ficava do lado direito tinha uma espécie de pé de alguma fruta da família da laranja plantado, que dava umas laranjonas do tamanho de abóboras.
Muita gente ia pra debaixo da parreira tentar pegar uma das laranjas, mas acabavam cercados por um monte de fantasmas e sumiam para outra dimensão.
Mas aí em algum momento eu dei sorte, uma laranjona rolou para fora, consegui pegá-la e levar para a área de serviço da casa (fora do alcance dos fantasmas). Fiz um buraco na casca e experimentei a laranja.
E não é que era ruim? Sei lá... um tanto amarga.