08 novembro, 2005

Água e sossego

Fui passear com a Lua, ela me levou para conhecer uma represa bem bonita. Logo depois da margem tinha uma ruazinha com bares e casas noturnas.

Adorei o lugar e fiquei pensando em como seria bom fazer um passeio relax com o Meco, marquei com ele e a tia Natália me explicou como chegar no lugar.

A Priscila estava lá, fiquei esperando o Meco quando vi que ele estava sentado numa mesinha, no barzinho atrás da margem. Depois do barzinho tinha mais água, era como se estivéssemos em uma pequena ilha e passando pelas mesinhas do bar havia uma moça vendendo bolachinhas coloridas.

16 outubro, 2005

Flores vermelhas no passado

Eu estava deitada no chão do quintal da minha vó, que tinha um piso de taco muito bem encerado, e de longe via o Oddie pela porta de vidro da cozinha.

Minha vó estava nos fundos, onde haviam muitos lírios vermelho-sangue plantados e ela planejava as flores que plantaria no meu quintal.

Eu fiquei lá, deitada, lembrando da minha infância e de quando eu brincava com o Arnaldo pelo quintal das nossas casas.

14 outubro, 2005

Mais deles

E os trevinhos continuam se espalhando, por todo lugar! eles se multiplicam, crescem, espalham...
Tão lindos!

03 outubro, 2005

Mudança e invasão de propriedade

Eu e o Meco andávamos pela Vila Madalena, que era um lugar deserto e escuro, quando encontramos com um conhecido que eu não via a muito tempo. Ele estava com mais três pessoas, sentadas volta de uma fogueira no meio da calçada, que sugeriram irmos para um lugar que eles conheciam ali perto.

O lugar era um apartamento no sexto andar do prédio em que eu morei e dentro dele encontrei um monte de coisas minhas: almofadas, alguns móveis e a máquina de costura da minha vó com seu suporte antigo por exemplo e cheguei à conclusão de que essas coisas tinham ido parar lá por engano na época da mudança anterior.

Como estávamos no andar da Lia e do Fred, eu estva pensando em chamá-los, chamar mais alguns amigos e dar uma festinha quando reparei que haviam outros móveis na casa: alguém estava morando ali.

E o dono da casa estava mesmo lá, sentado com alguns de seus amigos em uma espécie de área aberta como se fosse uma sacada, mas que não era uma sacada. Eu me desmanchei em desculpas pelo inconveniente de invadirmos a casa dele e de ter deixado minhas coisas lá e ficamos negociando para eu levá-las de volta para a minha casa, principalmente as almofadas e a máquina de costura, pelo valor sentimental.

28 setembro, 2005

Baywatch

Eu e a July morávamos em uma cidade de praia, e ela comprou uma moto enorme e preta. Fomos à aula juntas e ela pediu, por alguma razão que eu levasse a moto de volta.
Eu estava vestida com um maiô colorido e uma saia verde e bege amarrada na cintura como saída de banho.

No caminho, por algum motivo, parei na praia e quando virei as costas um cara tentou roubar a moto, com a minha bolsa. Ele estava indo devagar pela areia (tinha muita gente lá) e eu o alcancei.

Tirei o cara da moto, dei-lhe um soco de tirar sangue do nariz, recuperei a minha carteira que ele tinha pego e quando voltei, a July e uma amiga estavam ali, pegando a moto para ir embora.

26 setembro, 2005

Vovó Sniper

Lá estava a minha vó. No alto de um prédio, armada, pedindo para eu ficar de olho pois ela ia matar aquele ser (era o anticristo, ou algum monstro, ou algum ser odioso que pode ser descrito como "pure evil") quando ele passasse pela esquina.

Eu não sabia quem era, para avisar se visse. Só sabia que ele(a) fumava um charuto muito fedido e branco.

Perguntei pra minha vó como era, e como ela disse que bastava procurar pela coisa (ou pessoa) mais indecente que eu já vi na vida e considerando os padrões dela de decência, eu me mantive firme no meu posto, esperando uma prostituta passar.

22 setembro, 2005

Trevinhos

Estão em todo lugar! Eles vingaram, cresceram e se espalharam... E são tão bonitos!

02 setembro, 2005

Blargh!

Fantasmas, fantasmas... uma família inteira deles! E eu ainda comi um frango assado de padaria.

29 agosto, 2005

Spooky Night

Eu estava de frente para o prédio que tinha três fantasmas. E não podia deixar de olhar pra ele, e não podia deixar de olhar para dois dos fantasmas também: um que ficava sentado na janela do meio, imóvel, que nem o defunto do prédio de trás; e o outro que ficava acenando por cima da janela.

Muito mais tarde, alguma coisa avançou sobre mim. Provavelmente foi o bicho papão (aquele do filme) ou a múmia (aquela do filme também), transformado em um monte de coisinhas que pareciam moscas, ou qualquer outro inseto, ou papéizinhos marrons picados, ou sei lá o quê.
Foi tão rápido, mas tão rápido, menos de um segundo com certeza, que eu tive que gritar.

28 agosto, 2005

Hoje meu amor veio me visitar. Várias vezes durante o dia. Eu estava dormindo e ele chegava para me fazer uma surpresa. Às vezes ele me olhava da porta, às vezes estava na cozinha com o Xerxes, ou no cachorro com a Phoebe... E eu acordava correndo sentindo que ele estava lá.
Pena que todas as vezes duraram tão pouco que eu nem conseguia abraça-lo.

22 agosto, 2005

Curtas

Inacreditável: um moço tão bonito e bem suscedido, vivendo naquele lugar tão bonito, o Willy Wonka surtou. Quando foi possível viajar no tempo usando o elevador, contamos para ele que rumo sua vida tomou. O cara ficou puto mesmo... Pegou o elevador, matou o seu eu do futuro, e foi cuidar da vida do seu jeito antigo.

E o Meco estava jogando Guild Wars na Teodoro. Bem na pontezinha da Rua Dr. Virgilio. O Dvd queria alguma coisa emprestada da casa dele, não me lembro o que, passou lá e pediu as chaves da casa do Meco, que eu dei.

E aquela sorveteria maravilhosa! Parecia um supermercado, com prateleiras branquinhas cheias de sorvete até quase o teto. Todos os sabores possíveis e imaginados: tinha até de torta de maçã. E as mesas de coberturas e recheios. Tudo o que você pode por em cima ou embaixo do sorvete: tortas, bolos, chocolate de todos os tipos, castanhas, chantilly de todas as marcas... e tudo em mesinhas brancas espalhados pela loja. Infelizmente eu demorei tanto escolhendo o recheio, que a sorveteria fechou e sumiu antes que eu escolhesse o sorvete. Sobrou só um vira-lata lambendo uma vasilha com pavê.

17 agosto, 2005

Até em sonho

Aula, provavelmente na FFLCH. Seria dada por um convidado do professor, com quem eu estava batendo papo quando anunciaram uma mudança de sala. No caminho, me destraí, esqueci que a aula não tinha acabado ainda e voltei para casa.
Voltei correndo quando me dei conta do que tinha feito, para pedir desculpas ao professor. Ele estava em sua sala. Uma sala bem antiga, com prateleiras antigas de madeira até o teto em todas as paredes, forradas de livros. Ele ouviu minhas desculpas e quis me emprestar um livro.

15 agosto, 2005

"Ói", "Óia" o trem...

Fui para a aula, na Estação Barra Funda, dentro de um vagão. Quando cheguei nas plataformas e olhei no primeiro trem, vi que a aula seria do outro lado da estação. Não querendo perder tempo, fui correndo e pulando as plataformas para chegar do outro lado.
Em algum momento da correria caí, foi um tombo bem grande: visto de cima, as plataformas de embarque não parecem tão altas assim. Quando percebi que um trem estava chegando, dei um jeito de escalar bem rápido e fiquei ali, em cima dela, estirada no chão, com a certeza de que tinha quebrado algumas coisinhas.
Passei um bom tempo olhando as pessoas que faziam o famoso círculo de curiosos em volta de mim.

11 agosto, 2005

Churrascão na reforma, com música ao vivo

Dormimos na casa em reforma! Ela não estava muito diferente do que era quando eu tinha 12/13 anos... Mas no quarto da minha mãe (onde nós dormimos) estava o lustre que parece abacaxi: aquele que passou pela sala, depois pela copa, depois pelo quarto do DVD. Acho que é o primeiro lustre que passou pela casa. E dentro do lustre, indo para o buraco de onde fica a lâmpada estava a minha toalha amarela.

No meio da noite o Dvd e a Priscila chegaram, de manhã veio a minha Vó e a tia Natália, que me acordou de vez entrando no quarto para conversar.

O quintal estava aberto, sem muros nem vizinhos e com um monte enooorme coberto de grama nos fundos. Atrás do monte rolava um festival, desses grandes, e quem tocava era o Ozzy Osbourne. Eu sabia que a Lu Wolff e a Norma estavam lá. Comentei que sempre que eu passava por lá estava rolando show do Ozzy.

Saímos da casa, no quintal cheio de gente rolava um churrasco. Minha vó, com todo aquele cuidado com a alimentação que só ela tem, estava pegando só um pedacinho de lombo e um de linguiça (pq comer coisa gordurosa demais faz mal, sabe?) quando eu vi a Norma e fui bater um papo com ela.

02 agosto, 2005

ÉOTIÃO!!! ;-)

20 julho, 2005

Boliche

Estávamos eu e o Dvd na casa do Meco quando uma amiga dele liga nos chamando para jogar boliche.
Enquanto o Dvd treinava, eu ficava fazendo testes e comentando que teria que cortar as unhas.

29 junho, 2005

Casa nova, fantasma novo

Procurando casa. Eu já havia passado por aquela casinha branca em reforma, com o senhor que parece o meu vizinho cuidando das visitas. Mas eu passei de novo.
Um quarto, uma sala, banheiro e cozinha. Grandes e mais do que suficiente. Ele havia comentado da outra vez sobre algum caso de cortesãs que viveram e morreram ali no passado. Entrei para ver.
Já tinha gente morando na casa! Duas mulheres e um rapaz. Eu, que não tinha pensado em voltar a dividir casa de novo fiquei calculando como as minhas coisas caberiam lá: a máquina de lavar roupa ia ter que ficar na cozinha.
Quando voltei parea a garagem, vi uma meia-calça andando sozinha e um gatinho preto. Só podiam ser fantasmas. Eu gritei com a meia para que o fantasma fosse embora e ela caiu murcha... Ficou ali enquanto eu agradava o bichano.

24 junho, 2005

There`s something wrong with me

"I'm glad to see you
I had a funny dream
You were wearing funny shoes
You were going to a dance
You were dressed like a punk but you are too young to remember"

Belle & Sebastian. I'm A Cuckoo.

16 junho, 2005

Mudança

Fui com a Dai, para ter certeza de que a casa não valia a pena mesmo, lá na casinha que está para alugar na Rua Girassol. É bem longe, eu sei... Mas tivemos uma bela surpresa ao chegar lá. A casa estava inteira reformada, com mobília antiga, todos os cômodos eram visíveis (inclusive os dos vizinhos) pois só havia metade das paredes.
As casas eram, na verdade uma só separadas por ambientes diferentes e uma portinha na frente de cada uma.
O banheiro era lindo, todo em louças antigas e com uma banheira enorme.
Perguntei para a vizinha se ela achava aquela uma boa casa, esta disse que seria ótima e que estava até melhor do que a dela. Comentei sobre os gatos e fiquei imaginando como seria estranho telar todas aquelas meias-paredes.
Na volta, primeiro me perdi da Dai que quis fazer um caminho diferente, depois me perdi do caminho mesmo. Percebi que aquele pedaço da Vl. Madalena estava entre duas montanhas: atrás de uma montanha ficava a casa e atrás da outra ficava Pinheiros. Já tinha decido a primeira montanha, agora para subir a segunda eu deveria passar por um cemitério.
Era um cemitério bem simples, de terra vermelha batida e cruzes enfileiradas no chão. Não havia uma só graminha ou flor envolta dos túmulos.
Do outro lado do cemitério havia um cemitério de carros... Vários fuscas parados em blocos retangulares, divididos por cor (a maioria vermelho e amarelo). Muitas pessoas estavam lá esperando um sinal para poderem pegar um carro e saírem. Acho que o Moisa estava também, procurando um carro específico (mas eram todos iguais).

01 junho, 2005

Casamento, Vin Diesel e Petit Gateau

Minha mãe ia se casar, e eu fui falar com ela no escritório onde ela trabalhava. Era uma sala beeem combroda, com chão de tacos e mesas cheias de pilhas de papel velho. Discutimos pois ela não me informava sobre a organização do casamento.
Então eu e mais alguém que estava de moto saímos por uma estrada bem longa... Quase sem árvores ou prédios, parecia um deserto, com umas plantas em tons pastéis e a areia branca como de praia. O Vin Diesel estava lá, conversando com agente de uma outra moto.
Fomos para uma casa, que parecia ser a minha casa, onde tudo e todos estávam em cores pastéis. O Meco, a Marilia, a Diana e o Diego estavam lá e decidimos fazer petit gateau.
Mas algo deu errado e eles desenformaram esquisitos. Pelo menos a aparência melhorou quando eu coloquei de volta no forno.

30 maio, 2005

Overlook com Vampiros

Fui passar a noite em um hotel, que eu já conhecia, e conhecia as pessoas que estavam lá.
No meu quarto, uma garota entrou dizendo que ia dormir comigo. Enquanto ela arrumava as camas, eu passei verificando cada janela cuidadosamente para que nenhum vampiro entrasse.
Uma das janelas quebrou, caiu para fora e eu estava tentando arruma-la ou pelo menos fechar direito, quando alguém dentro do hotel morreu.
O velório seria no meu quarto, e quando todos entraram alguém esqueceu a porta destrancada.
Um vampiro abriu a porta rápido, e puxou a pessoa mais próxima pra fora. A porta abriu de novo antes que eu trancasse e os dois vampiros entraram.
Enquanto as pessoas do velório se encolhiam num canto, eu e mais alguém batiamos nos dois, tentando descobrir um jeito de me livrar deles.

20 maio, 2005

Deu Branco

Eu estava em alguma festa... Com ladrilhos brancos.
E a Lu (não a Wolff) disse alguma coisa interessante.

Mas eu esqueci.

19 maio, 2005

Encontro do fanclube, de novo!

Mais um encontro do Fanclube. Era ao ar livre, em alguma cidade do interior. Foi um tipo de prévia para a festa desse sábado. Estávamos sentados no gramado conversando sobre minha casa depois da mudança e eu me afastei do grupo.
Ao lado do lugar da reunião, tinham colocado uma mesa de frutas, cheia de mexericas abertas para os convidados. No meio das mexericas tinha uns filhotinhos de cachorro (nenhum aberto, graças a Deus... *rs), como se eles também estivessem lá para ser comidos (mas nenhum foi, dessa vez não haviam pintchers assassinos!). Reparando num filhote lindo de Rusky, a Lu comentou comigo que eles eram alugados para a decoração.
E falando em decoração, visu e tal, eu comentei que queria mudar o meu cabelo pra festa (o cabelo da Lu estava lindo... com trancinhas e mechas brancas... bem cheio e comprido!) e ela me indicou um cabeleireiro da cidade, mostrando um cartaz meio country, garantindo que eles eram muito bons!

16 maio, 2005

Show de Calouros do outro mundo

Sonhei com um concurso no qual concorriam Os Trapalhões (dos anos 70 inclusve no meu sonho a imagem deles era antiga, meio destacada do fundo, uma coisa meio Chapolin, meio chromo (é assim que se escreve?) e a Gretchen...
Um dos juízes era o Bush e ele dizia que precisava dar uma força pra eles... e eu dizia:
- Que a força esteja com você! (Obviamente com os dedos em posição Star Wars!)

Colaboração da Dai

10 maio, 2005

Precisando de Dinheiro, né?!

Fui a uma entrevista de emprego. E no local havia uma consultora só para me ajudar a me vestir, no que falar, o que fazer. Eu estava com um esmalte feeeeio e ela me levou acetona para tirá-lo. Mas não deu tempo de fazer dois dedos.
Enquanto eu me arrumava, ela comentava que minha blusa estava muito decotada para a ocasião.

26 abril, 2005

Saudade das Flores

De volta da viagem, fui ver minhas plantinhas e elas estavam bem.
Mesmo assim, algo aconteceu com as violetas que foram transplantadas para o canteiro da horta e haviam sido soterradas pela terra seca.
Arrumei a terra mais uma vez e coloquei as violetas de volta no lugar: todas floridas e com brotinhos.

14 abril, 2005

Água, Literatura e Lacrimosa

Festa do fanclube! A Lu pediu que eu fosse mais cedo para conversar, e eu convidei a minha prima. Ela parecia meio desanimada para ir, mas foi e levou até algumas amigas.
Chegando lá, ia rolar um sarau com direito a esquetes de todos os participantes.
Me afastei da roda um pouco e fui andando pela rua quando de repente me tornei uma mulher loira de cabelo curto, começou a vir uma inundação e todas as vezes que eu falava algo que me deixava tensa a inundação subia até quase me afogar. Ao chegar perto da minha casa (que estava a uma quadra do encontro), percebi que na verdade aquela mulher era parte de um livro que eu estava segurando: algum tipo de ficção sobre anjos. E todas as frases que eu disse, e a inundação e tudo o mais eram o último capítulo.
Voltei para a reunião decidida a encenar o último capítulo do livro, que eu achei muito bom, quando vi que minha prima estava indo embora por ter brigado com alguém.

13 abril, 2005

Sugar never tasted so good e Just like heaven

White Stripes
Mãos
Boca
Pele
Pernas
Cure

12 abril, 2005

A Corrida dos Mortos-Vivos

Eu e o Meco em um carro. parecia um carro antigo, talvez azul, com rabo de peixe e a parte da frente branca e amarela. Passávamos por uma estrada de terra, com barrancos e outras estradas em volta.
Outro carro igual nos seguia e pareceu que de repente todos os carros ficaram iguais.
Bem a frente, o carro nos alcançou. Era guiado por uma mulher que pediu para entrarmos numa casa abandonada, sem portas, janelas ou móveis.
A mulher indicou um quarto nos fundos e ficou no primeiro cômodo. O Meco foi na frente e quando cheguei lá, ele havia se transformado em um zumbi.
Corri para a frente da casa onde estava a mulher, também transformada e eu sabia que os dois queria me tornar igual a eles.

16 março, 2005

Constantine

"Havia um perfume de magia em algum lugar, como o cheiro de fogos de artifício num parque de diversões. Acabei de ter esse pesadelo.
Umas coisas com as faces parecendo cicatrizes de apendicectomia crochetavam meus intestinos pra fazer sacos pros cegos e mortos.
Eu disse a mim mesmo que era só um sonho, mas os desgraçados continuaram com o maldito crochê."

Neil Gaiman. Sandman: Prelúdios e noturnos.

14 março, 2005

Direto pro Reino de Beleléu!

Fim de tarde e eu estava comendo em um restaurante bonitino, na Vila Madalena, que tinha um banheiro enorme, cheio de espelhos e onde a Bel estava tocando.
Depois de comer saí, mas logo na porta percebi que havia perdido o guarda-chuva. Voltei e procurei em todo o banheiro, que estava cheio de guarda-chuvas espalhados por todos os lados.
Mas não encontrei o meu.

08 março, 2005

Numeros trocados

Eu ia ligar para o Meco, mas a ligação caiu na casa da Valéria. Ela atendeu com uma voz um pouco triste, e falou que eu fosse visitá-la. Eu disse que não poderia ir amanhã, mas marquei para quinta feira.

04 março, 2005

A Mara voltou ao Brasil, de novo!

E como sempre saímos eu, ela e o Diego para a noite. Mais uma balada para matar a saudade. Depois fomos descansar na casa da Mara. A Phoebe e o Xerxes estavam comigo e eu discuti com o Diego, a respeito da próxima festa que iríamos.
Saí da casa puta da vida, decidida a não sair mais com eles. Depois pensei melhor e voltei para conversar com calma. Fomos para a balada e quando voltamos, minha mãe estava lá para falar bom dia, tomando café da manhã. Ficamos todos conversando animadamente.

23 fevereiro, 2005

Fazendo as compras

Eu e o Meco estávamos num supermercado, conversando com uma outra pessoa quando reparamos que havia vários sacos furados por todo o lugar, derrubando uma areia escura pelo chão.
Eu peguei uma vassoura de pelo e saí varrendo, mas sempre que voltava o chão estava sujo de novo. Até que, no corredor onde o Meco ficou apareceu um buraco enorme na parede, com um cano estourado que ninguém conseguia consertar.
Fecharam o supermercado e estavam pedindo para os clientes saírem enquanto eu e o Meco ficamos conversando, sentados na seção de legumes.

22 fevereiro, 2005

Acho que passei muito tempo jogando Silent Hill

Nos mudamos para uma casa assombrada. Dessas de filmes de terror, mais especificamente como a do Poltergeist. Éramos eu, o Dvd e nossos pais (que não eram os nossos pais). Depois de um tempo resolvemos nos mudar. E as coisas da casa eram empacotadas enquanto eu e meu irmão assistíamos um filme de terror.
Na hora de sair da casa, ficou tudo escuro e eu e o David tentamos fechar todas as janelas mas era muito difícil.
Entramos no carro, entochado de bagagem, e enquanto íamos pela estrada, a bicicleta vermelha que estava em cima do carro ia se desfazendo, como se algo estivesse puxando-a de volta pra casa.

18 fevereiro, 2005

Maré Alta

Eu estava em uma casa perto da praia (que mais parecia um rio). O Frodo, a Phoebe e o Xerxes estavam lá e mais um monte de gato. Ao lado da minha casa havia um gramado bem verdinho, uma cerca e a casa de uma outra pessoa.
De repente a água do mar começou a subir, como se o gramado fosse um copo sendo cheio e eu tive que fugir às pressas para um lugar mais alto. Consegui boiar e me agarrar na cerca, alcancei o Frodo (que já estava embaixo d'agua e o coloquei em um lugar seguro. Quando a agua baixou, salvei as minhas coisas que ainda dava pra salvar e subi para a casa de cima.

17 janeiro, 2005

Salvando galinhas e perdendo o tornozelo

Estávamos descansando em uma casinha com um quintal cheio de animais quando percebemos as galinhas estavam sendo atacadas. Corremos e alcançamos um deles que era uma espécie de mistura de raposa com tamanduá e jaguatirica.
Peguei o bicho e me disseram que ele deveria ser levado o mais rápido possível para a casa de um cara que estava por perto. Nós dois saímos correndo que nem loucos enquanto eu segurava um plástico com o bicho e de vez em quando dava uns tapas nele para que sossegasse.
Corremos por um longo campo: uma espécie de clube com muito verde e quadras e árvores até chegarmos na casa de um quarto e o jogarmos (já morto) em cima da cama. Quando sentei, reparei que meu tornozelo estava inchando muito e já tinha uma bola do tamanho da minha mão fechada, que crescia sem parar e era de um vermelho forte, quase roxo.
Os dois tornozelos continuaram a crescer até se parecerem com uma flor enorme, vermelha, redonda e de duas pétalas enrugadas. Dentro dela, o miolo estava em carne viva, brilhante como uma peça de plástico.