29 agosto, 2005

Spooky Night

Eu estava de frente para o prédio que tinha três fantasmas. E não podia deixar de olhar pra ele, e não podia deixar de olhar para dois dos fantasmas também: um que ficava sentado na janela do meio, imóvel, que nem o defunto do prédio de trás; e o outro que ficava acenando por cima da janela.

Muito mais tarde, alguma coisa avançou sobre mim. Provavelmente foi o bicho papão (aquele do filme) ou a múmia (aquela do filme também), transformado em um monte de coisinhas que pareciam moscas, ou qualquer outro inseto, ou papéizinhos marrons picados, ou sei lá o quê.
Foi tão rápido, mas tão rápido, menos de um segundo com certeza, que eu tive que gritar.

28 agosto, 2005

Hoje meu amor veio me visitar. Várias vezes durante o dia. Eu estava dormindo e ele chegava para me fazer uma surpresa. Às vezes ele me olhava da porta, às vezes estava na cozinha com o Xerxes, ou no cachorro com a Phoebe... E eu acordava correndo sentindo que ele estava lá.
Pena que todas as vezes duraram tão pouco que eu nem conseguia abraça-lo.

22 agosto, 2005

Curtas

Inacreditável: um moço tão bonito e bem suscedido, vivendo naquele lugar tão bonito, o Willy Wonka surtou. Quando foi possível viajar no tempo usando o elevador, contamos para ele que rumo sua vida tomou. O cara ficou puto mesmo... Pegou o elevador, matou o seu eu do futuro, e foi cuidar da vida do seu jeito antigo.

E o Meco estava jogando Guild Wars na Teodoro. Bem na pontezinha da Rua Dr. Virgilio. O Dvd queria alguma coisa emprestada da casa dele, não me lembro o que, passou lá e pediu as chaves da casa do Meco, que eu dei.

E aquela sorveteria maravilhosa! Parecia um supermercado, com prateleiras branquinhas cheias de sorvete até quase o teto. Todos os sabores possíveis e imaginados: tinha até de torta de maçã. E as mesas de coberturas e recheios. Tudo o que você pode por em cima ou embaixo do sorvete: tortas, bolos, chocolate de todos os tipos, castanhas, chantilly de todas as marcas... e tudo em mesinhas brancas espalhados pela loja. Infelizmente eu demorei tanto escolhendo o recheio, que a sorveteria fechou e sumiu antes que eu escolhesse o sorvete. Sobrou só um vira-lata lambendo uma vasilha com pavê.

17 agosto, 2005

Até em sonho

Aula, provavelmente na FFLCH. Seria dada por um convidado do professor, com quem eu estava batendo papo quando anunciaram uma mudança de sala. No caminho, me destraí, esqueci que a aula não tinha acabado ainda e voltei para casa.
Voltei correndo quando me dei conta do que tinha feito, para pedir desculpas ao professor. Ele estava em sua sala. Uma sala bem antiga, com prateleiras antigas de madeira até o teto em todas as paredes, forradas de livros. Ele ouviu minhas desculpas e quis me emprestar um livro.

15 agosto, 2005

"Ói", "Óia" o trem...

Fui para a aula, na Estação Barra Funda, dentro de um vagão. Quando cheguei nas plataformas e olhei no primeiro trem, vi que a aula seria do outro lado da estação. Não querendo perder tempo, fui correndo e pulando as plataformas para chegar do outro lado.
Em algum momento da correria caí, foi um tombo bem grande: visto de cima, as plataformas de embarque não parecem tão altas assim. Quando percebi que um trem estava chegando, dei um jeito de escalar bem rápido e fiquei ali, em cima dela, estirada no chão, com a certeza de que tinha quebrado algumas coisinhas.
Passei um bom tempo olhando as pessoas que faziam o famoso círculo de curiosos em volta de mim.

11 agosto, 2005

Churrascão na reforma, com música ao vivo

Dormimos na casa em reforma! Ela não estava muito diferente do que era quando eu tinha 12/13 anos... Mas no quarto da minha mãe (onde nós dormimos) estava o lustre que parece abacaxi: aquele que passou pela sala, depois pela copa, depois pelo quarto do DVD. Acho que é o primeiro lustre que passou pela casa. E dentro do lustre, indo para o buraco de onde fica a lâmpada estava a minha toalha amarela.

No meio da noite o Dvd e a Priscila chegaram, de manhã veio a minha Vó e a tia Natália, que me acordou de vez entrando no quarto para conversar.

O quintal estava aberto, sem muros nem vizinhos e com um monte enooorme coberto de grama nos fundos. Atrás do monte rolava um festival, desses grandes, e quem tocava era o Ozzy Osbourne. Eu sabia que a Lu Wolff e a Norma estavam lá. Comentei que sempre que eu passava por lá estava rolando show do Ozzy.

Saímos da casa, no quintal cheio de gente rolava um churrasco. Minha vó, com todo aquele cuidado com a alimentação que só ela tem, estava pegando só um pedacinho de lombo e um de linguiça (pq comer coisa gordurosa demais faz mal, sabe?) quando eu vi a Norma e fui bater um papo com ela.

02 agosto, 2005

ÉOTIÃO!!! ;-)